Posted byTrunkael | Marcadores: , | às 02:34 | 1 comentários

Se alimentando da dor, da angustia, e já confundindo os erros com virtudes. Ele continuou a andar, iludindo-se com um pouco de esperança, mas no fundo sabia que nada era real, e que os erros que via as pessoas cometendo, refletiam os seus, e com certeza os seus eram maiores, eram defeitos grotescos, e de tão acostumado com eles, já fazia parte dele. As outras pessoas o olhariam, e não reparariam, parecia uma pessoa normal, até bonita, mas por dentro estava morrendo, sendo comido pela sua própria angustia. Ele sabia como parar com isso tudo. Sabia como melhorar, mas tinha medo, sempre teve medo. Nunca se perdoou, sempre reclamou, mas nunca mudou nada, e continuou assim por toda vida, e morreu sem ter conseguido viver.

Posted byTrunkael | Marcadores: , | às 03:03 | 1 comentários

Mal poderia descrever aquele sentimento. Estava ocupado, fazendo as mesmas coisas de sempre, um serviço chato, mas pelo menos o tempo passava mais rápido do que se estivesse atoa. E ela entrou no estabelecimento. 


Em um segundo a viu entrar. No seguinte olhou para o monitor do computador novamente, como se isso não fosse real, como se não tivesse acontecendo, ou simplesmente como se não fosse importante aquele momento. 

E no próximo segundo olhou para ela novamente. Ela, entrou esbanjando aquele jeito tímido e intimidador, forçando um sorriso em seus lábios, em seus olhos, que não poderiam mentir, e nem omitir seus sentimentos.

Olhos que refletiam a luz que ela propagava. Ela se aproximou, comprimentou como de costume. Iria simplesmente entregar algo, e logo iria embora. Ele tentou puxar algum assunto, que possivelmente não tinha nexo, ou que pareceu uma brincadeira. Não importava. Tinha a visto novamente, tinha ouvido sua doce voz novamente. Era tudo que precisava naquele dia.

Posted byTrunkael | Marcadores: , | às 08:34 | 1 comentários

Olhou o por do sol. Viu pela ultima vez o horizonte. Alaranjado, melancolico, lindo, ignorado. E pulou. Simplesmente pulou. Se lhe perguntassem, o por que. Não saberia dizer. Relmente não tinha motivos. Simplesmente quis sentir a sensação. Tinha visto de tudo em sua vida, menos o rosto da morte. Tinha pedra lá em baixo. E as ondas batiam no penhasco com muita força. A sua vida não passou na sua frente, como muitos diziam. Não viu uma porta com luz. Não sentiu dor. Abrira os olhos. Ainda faltava muito para chegar lá em baixo. Como era todo o resto de sua vida, aqueles segundos, pareceram demorar anos. E se aproxima do chão. Não se lembrava do motivo. Começou a ter medo. Acordou.

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